Pinheiro aponta vacinação em massa como saída, ao descartar lockdown na capital

Paralelo à decisão tomada pelo governador democrata, Mauro Mendes, de se reunir nesta segunda-feira (1), com os prefeitos dos 141 municípios de Mato Grosso, como forma de definir estratégias mais rígidas para combater a alta nas infecções pela covid-19, o prefeito da capital, o emedebista Emanuel Pinheiro, aderiu à instalação de um consórcio para aquisição das vacinas contra a Covid-19, por meio da Frente Nacional dos Prefeitos.

Descartando, porém, quaisquer possibilidades, neste momento, de decretar um lockdown, em Cuiabá, sob o argumento que o setor produtivo não aguentaria ser novamente penalizado. E que a saída seria uma vacinação em massa, de forma mais célere.

“O trabalhador precisa do emprego, precisa trabalhar e ganhar o seu salário. A Prefeitura de Cuiabá está trabalhando diuturnamente para vencer a pandemia, e a saída é a vacina. Estamos usando de todos os meios, empregando todos os esforços possíveis e imagináveis para conseguirmos mais vacinas para imunizar toda a população cuiabana”.

Anunciando ainda que entregará um Projeto de Lei na Câmara Municipal nesta segunda-feira(1º), criando medidas mais rigorosas na fiscalização dos estabelecimentos comerciais que vem descumprindo as medidas de biossegurança, no enfrenttamento à doença na capital.

“Enquanto isso, no dia 1º de março, segunda-feira, entregarei ao presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná, um Projeto de Lei que determina medidas ainda mais rigorosas na fiscalização dos estabelecimentos que teimam em descumprir as medidas de biossegurança neste período de pandemia, solicitando a votação em urgência urgentíssima”, afirmou o prefeito.

Segundo Pinheiro, as medidas vão da simples advertência até a suspensão do alvará com o fechamento do estabelecimento por até 90 dias.

“A base deste Projeto de Lei é a seguinte: aqueles que andam de acordo com a lei, que andam corretamente e que estão preocupados em trabalhar sem causar a proliferação do vírus não podem pagar pelos irresponsáveis que trabalham de qualquer forma e propiciam essa onda crescente de propagação da Covid-19 em Cuiabá”.

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