Sesp: eleição terá Exército e reforço em locais com disputa acirrada

O Secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, Alexandre Bustamante, afirmou que a Pasta planeja um reforço policial nas eleições municipais deste ano em cidades com disputa acirrada. Além disso, o Exército deve ajudar na orçanização e segurança do pleito.

 

Apesar de não citar quais cidades estão em acirramento político, o secretário afirmou que Sinop, Rondonópolis, Cuiabá e Várzea Grande são alguns dos lugares que irão receber reforço no próximo dia 15 de novembro. Esses locais devem contar com reforço das forças policiais civis e militares, bombeiros e agrupamentos táticos.

 

“Definimos o acirramento de duas formas: polarização política ou pesquisas. Pega o conjunto de pesquisas homologadas do TRE, não da imprensa, e faz um trabalho delas. Fazemos um confronto, tira a mediana e conseguimos verificar esse cenário eleitoral. Depois disso, definimos para onde vai o reforço policial”,

Bustamante assegurou, ainda, que o planejamento já está pronto e que deve ser lançado em breve pelo governador Mauro Mendes (DEM). Algumas mudanças devem ocorrer em função da pandemia do coronavírus. Nas primeiras horas de votação, grupos preferenciais e de risco terão prioridade.

 

Outra novidade é que este ano o Exército Brasileiro dará um reforço ao processo eleitoral. Eles vão atuar especialmente em áreas federais, como os territórios indígenas, que é de competência da União.

 

“Algumas competências são de responsabilidade do Exército, então eles devem atuar. Se é competência deles, que façam. As coisas estão começando a se encaixar como deveriam”, disse.

 

Bustamante disse, ainda, que a vinda do Exército facilita o trabalho da Sesp, já que aumenta a quantidade de policiais civis e militares atuando em áreas que precisam de patrulhamento rotineiro, ao invés de estarem nas zonas eleitorais.

 

Além disso, a inteligência do observatório de segurança pública está trabalhando com a análise de dados criminais de relatórios eleitorais prévios para auxiliar o trabalho dos agentes nas ruas.

 

“Da mesma forma que fazemos o combate sistemático aos crimes, como homicídios, roubos e furtos, vamos trabalhar nessas eleições”, afirmou.

 

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