Mais de 100 mil morte por Covid-19

É com extremo pesar que noticiamos a triste marca de mais de 100 mil mortes, provocadas por esse maldito vírus Covid-19, extremamente letal e de propagação inimaginável. Isso é lamentável sob todos os aspectos, 100 mil pessoas que tinham um nome, uma profissão, projetos, sonhos, além de uma família que sente imensamente os seus passamentos. Familiares estes, que não poderão mais encontrar seus filhos e filhas, para uma reunião no domingo, um aniversário um batizado ou coisa que o valha; isso é lamentável chega   a doer em nossos corações.

Agora, fazer qualquer tipo de analogia, na tentativa de encontrar culpados pelas mais de 100 mil mortes, seria no mínimo um contrassenso, porém existem fatores que de certa forma, contribuíram para propagação desse maldito vírus.

Para isso, basta voltarmos no momento da detecção e surgimento desse vírus; vamos fazer, uma retrospectiva dos fatos.

A doença foi identificada pela primeira vez em Wuhan, na China em 1 de dezembro de 2019, o primeiro caso foi reportado em 31 de dezembro do mesmo ano.

Dentro de uma cronologia pautada na lógica, a existência dessa doença maldita foi propagada para os quatro cantos do mundo; outros países assim que souberam da existência desse maldito vírus, fizeram a lição de casa, na tentativa de minimizar a propagação do mesmo.

Agora, irei chover no molhado, nos meses subsequentes no Brasil, aconteceria a festa do ano, o Carnaval; momento em que governadores e prefeitos, minimizaram a letalidade da SARS- CoV-2, o novo coronavírus, que causa a Covid-19, além da todo poderosa, através do Dr. Drauzio Varella,  quando diz “vou continuar andando na rua mesmo com a disseminação do vírus, pois nada justifica uma mudança nos hábitos da população”.

As lambanças continuaram, em decisões unilaterais, o Supremo Tribunal Federal (STF), garante autonomia a prefeitos e governadores, aqueles mesmos que brigaram pela realização do Carnaval; para que os mesmos determinassem quais medidas seriam adotadas, visando o enfrentamento do coronavíus.

Os ministros chegaram à conclusão de que estados e municípios poderiam regulamentar medidas de isolamento social, fechamento de comércio e outras restrições.

Depois de todas essas aberrações cometidas pela Suprema Corte (STF), citadas por mim anteriormente, agora, através de proselitismo exacerbado, esses mesmos senhores que tiraram, o poder do presidente Jair Messias Bolsonaro, eleito democraticamente pelo voto direto, em conduzir os destinos dessa maldita pandemia. Outorgando a governadores e prefeitos, totais autonomias ao combate ao Covid-19; chegando recentemente, a triste marca de mais de 100 mil mortos.

Agora, querem demonizar o governo Bolsonaro, atribuindo ao mesmo, a triste marca de mais de 100 mil mortes. Isso é uma vergonha, insinuações e acusações dessa natureza, são no mínimo abjetas, desprovidas de qualquer contextualização de realidade ou verdade, face as lambanças cometidas principalmente pela Suprema Corte (STF).

Mesmo perdendo autonomia em direcionar e minimizar os destinos, dessa maldita pandemia, o governo Bolsonaro, disponibilizou, verbas e recursos exacerbados a governadores e prefeitos.

Alguns conseguiram nortear esse dinheiro de forma a ajudar, no combate a pandemia, fazendo o dever de casa, enquanto outros, simplesmente, desviaram, saquearam, superfaturaram preços, apropriaram-se indevidamente dos recursos públicos, destinados ao combate do coronavírus.

Mesmo diante dessa pandemia viral, o governo Bolsonaro vem ganhando popularidade, vamos aos números recentes, sua aprovação cresceu de 32% para 37%, sua melhor taxa de ótimo ou bom, aumentando 5%, enquanto a reprovação, soma da avaliação ruim e péssima, teve recuo mais acentuado e caiu de 44% para 34%, caindo em 10% no mesmo período, aqueles que consideravam o governo Bolsonaro regular também cresceu, de 23% para 27%, e há ainda 1% que não preferiu opinar.

Esta popularidade não se deve apenas ao auxílio emergencial; principalmente a atuação hercúlea do Ministério da Infraestrutura, tendo à frente da mesma o ministro Tarcísio, nos seis primeiros meses deste ano, foram feitas 39 entregas, sendo 36 obras além de 2 leilões de concessão, e a renovação antecipada do contrato de concessão da Malha Paulista, isto é apenas a ponta iceberg em termos de obras.

Sem falarmos, que mesmo diante dessa maldita pandemia, o Brasil apresentou superávit de US$ 7,4 bilhões na balança comercial; que é a diferença entre as exportações e importações, e produziu a safra recorde de 252 milhões de toneladas de grãos.

Como esse governo conseguiu essa proeza; é simples, foi cortado literalmente dos ministérios, uma prática que perdurou por 16 anos, o conhecido  vampirismo, é “conduta de alguém que age como um vampiro”, estou aqui usando de linguagem figurada, para expressar a conduta que perdurou por muitos anos, através de  governos que literalmente sugaram o sangue do povo brasileiro; tendo como vírus norteador do mesmo, a corrupção.

Sei que os críticos de plantão, irão me rotular de bolsonarista, embora eu não seja, sou sim brasileiro e como tal, enquanto o governo que ai está, continuar trabalhando em prol da população, e dos menos favorecidos pela sorte, os expropriados do capital, irei falar bem do mesmo, pois contra fatos não há argumentos.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo.

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