Incompetência de Taques, omissão ou conivência da maioria dos deputados levam o Estado à “Calamidade Financeira”

Da Redação

Com caos na SaúdeSegurança PúblicaInfraestruturaEducação, a estratégia da economia de quanto pior melhor, insistindo em uma “suposta crise financeira”, que não funcionou, ou seja, uma administração pífia da gestão do ex-governador José Pedro Gonçalves Taques (PSDB), não poderia ter outro resultado, que não fosse o “Decreto de Calamidade Financeira”, que o atual governador Mauro Mendes Ferreira (DEM) teve que adotar.

Segundo informações de especialistas do cenário político de Mato Grosso, a gestão do ex-governador José Pedro Taques conseguiu ser pior, que a gestão do ex-governadorSilval da Cunha Barbosa (sem partido), em vários setores, dados apontam, que o ex-governador Silva Barbosa deixou o Estado de Mato Grosso, em uma situação financeira “menos pior” que, a gestão de Taques deixou para Mauro Mendes.

A “crise” da atualidade, não foi causada nos primeiros 24 dias de gestão Mendes, e sim pela incompetência da administração da gestão Taques, juntamente com a omissão e, ou conivência da maioria dos deputados estadual, que tem como uma de suas funções, fiscalizar as atividades do Poder Executivo, mas pelo que tudo indica, era mais vantajoso fechar os olhos para as atividades obscuras, que colaboraram para deixar o estado na situação que está.

Falar que o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) foi no mínimo omisso com os erros da falta de administração da gestão do ex-governador José Pedro Taques, jogando a culpa toda para este órgão, é injusto, a Assembleia Legislativa do Estado é também um órgão fiscalizador, no entanto, não só andou de mãos dadas, como aceitou por diversas vezes irregularidades da gestão Taques, como o atraso no repasse doDuodécimo, recurso destinado para pagar os funcionários e serviços da Casa de Leis.

De acordo com informações de bastidores, interesses individuais dentro da Assembleia Legislativa, que privilegiou alguns deputados, que possuem ou são sócios de empresas que prestavam serviço para o Estado, como construtoras, locadoras de veículos, empresas de ônibus que necessitava de liberação de linhas para trafegar, fornecedores e prestadores de serviços, foram os principais motivos da omissão e, ou conivência destaCasa de Leis com as irregularidades da gestão Taques.

“Decreto de Calamidade Financeira“ é uma forma encontrada pelo governadorMauro Mendes de buscar caminhos para tirar o Estado desta “crise” o mais rápido possível, para muitos, o governador não errou na decisão, apenas agiu de forma equivocada na comunicação do fato, já que da forma que fez, mais pareceu uma imposição, fazendo a sua decisão descer com mãos de ferro em goela a baixo do povo, principalmente dos servidores.

Com essas decisões de austeridade, cortes, eficiência no gastos, aumento na arrecadação de recursos, o povo espera que a gestão Mauro Mendes mostre resultado ainda este ano, já que este discurso de “crise” não pode perdurar pelos próximos quatro anos, caso contrário, a receita de brigar com funcionário público desde o início do mandato, olhar constantemente para o retrovisor, ficar colocando a culpa do fracasso na gestão passada, atrasar salários e repasses, não pagar fornecedores e prestadores de serviços, o resultado já foi comprovado com uma das piores derrotas eleitorais da história política de Mato Grosso. – (Lauro Nazário)

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